Olá pessoal, dando continuidade ao meme literário:
Dia 09 – O que você acha dessa “moda” de livros que acabam virando séries? É a favor? É contra? Não fede nem cheira? Diga o por quê.
Depende do livro e da séria, mas devo dizer que acho que na maioria dos casos eu gostei! Serei bem sincera agora. Eu assisto True Blood, que é baseado nos livros da Charlaine Harris "The Southern Vampire Mysteries" e comecei a ler os livros depois de assistir à série.
Poster da série:
Eu adorei a série de televisão! Apesar de ser bem pesada principalmente para pessoas que não estejam acostumadas com as séries da HBO, que tem sempre um conteúdo sexual bem grande. A história é focada na Sookie (a loira de vestido branco na foto), a personagem principal do livro, mas a história é muito bem trabalhada, com criticas sutis, mas bem colocadas e personagens marcantes. Eu pessoalmente não gosto muito da Sookie, mas na série de televisão ela está um pouco diferente do livro, o que na minha opinião a deixou mais "suportável". Acho que alguns dos personagens secundários acabaram crescendo durante as temporadas, outros mostraram lados mais sombrios. Recomendo muito esta série, mas aviso ao mais puritanos que provavelmente ficarão chocados, pois assim como a sexualidade tem um papel fundamental na formação da identidade individual das pessoas, tem um papel crucial na série da HBO.
Já os livros da coleção:
não me agradaram muito. Achei que muito da criatividade, crítica e complexidade do enredo são deixadas de lado nos livros... Por isso, acabei parando de ler no segundo volume e, a menos que alguém me fale muito bem dos próximos, não voltarei a lê-los. Além do mais a Sookie é extremamente besta, sério, eu não gosto de heroínas que ficam se olhando no espelho, se fazendo de santinhas, mas que se acham as mais gostosas. Não tenho paciência para isso.
Com vampire diaries foi ao contrário, eu comecei lendo o primeiro livro, terminei, mas não achei nada de especial. Ai uma colega começou a assistir à série e insistiu pra que eu também assistisse.
Os livros do "Vampire Diaries" foram escritos por Lisa Jane Smith, e como eu disse, não me impressionaram. Os livros não são ruins, mas achei bem clichê. A Elena, que é a personagem principal dos livros, é uma cheearleader no melhor estilo Bitch, que decide que vai conquistar o aluno novo e italiano, Stefan, a qualquer custo...Sério! Tem uma hora que ela até faz uma promessa no cemitério. É demais pra mim.
Já a série deu um ar bem diferente pra história. A Elena (de vestido preto e dourado na foto) é uma adolescente bem normal, sofre muito com a morte dos pais, tem problemas com o irmão mais novo, as vezes briga com as amigas, fica em dúvida quanto aos seus sentimentos etc.
Ela conhece o aluno novo, que na série é americano mesmo, e acha ele bonitinho, mas não mergulha de cabeça nisso. Apesar dela ter defeitos e ser meio moralista as vezes, ela não é uma heroína boba, quando ela está em perigo ela sempre tenta se defender sozinha, lembro de uma cena na primeira temporada em que ela pega uns lápis e enfia na mão de um vampiro que está atrás dela! Duvido que a Bella fizesse algo assim! hahaha
Mas pra mim, o destaque dessa série é a Caroline (a loira de vestido azul na foto). No começo da série ela é aquela amiga meio invejosa, mas ela muda muito durante as temporadas e acaba conquistando todos...(pisca para aqueles que já viram a 3º temporada).
Gosto muito da série, porque apesar de se tratar de uma série de ficção que a primeira vista parece bobinha, ela trata de dilemas que muitos adolescentes têm que lidar dia a dia. Ponto extra para a escolha dos atores! Eles são ótimos! Tem aqueles personagens que a gente ama odiar e que de repente a gente percebe que está apaixonada por eles! Vide Niklaus (o loiro com colete e gravata brancos)!
Eu vou fazer um post especial de
"Game of Thrones" em breve, então darei minha opinião.
Dia 10 – Spoilers te assustam? Fica triste quando lê algum sem aviso prévio ou não faz diferença saber detalhes essenciais da história?
Eu ADORO spoilers! hahah, acho que sou a única no mundo! Pra mim, o importante não é o que acontece, e sim, como acontece.